Hoje por volta das 2h30m fui contactado por um morador da Rua Aleixo Ribeiro na freguesia da Venteira.
Motivo, uma senhora já idosa tinha caído quando se levantou da cama para ir à casa de banho e o marido também idoso e doente não tinha força para a levantar.
O Guarda-nocturno deslocou-se à morada, tendo pedido a colaboração de um colega para o ajudar, no entanto a ajuda do seu colega não foi necessária.
A idosa encontrava-se bem não foi necessário tratamento hospitalar.
Se precisar do Guarda-nocturno contacte para o 917212802.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Desordem familiar
Hoje, 6 de Fevereiro cerca das 2 horas, na Rua 1º de Dezembro junto ao nº 27, um casal de etnia africana desentendeu-se, tendo a senhora partido o vidro da porta do prédio com um pontapé onde vive o namorado, tendo de seguida se posto em fuga.
Fui chamado por um morador e quando cheguei ao local encontrava-se o namorado de senhora que me informou que tinha sido a namorada que tinha partido o vidro e tinha fugido.
Contactei com a PSP que compareceu no local, passados alguns minutos a senhora compareceu, onde já se encontrava uma ambulância do INEM que a própria tinha acçionado pois encontrava-se ferida com um corte no pé.
A PSP perguntou-lhe o que se tinha passado e a mesma respondeu que não sabia de nada pois tinha chegado naquele momento de uma festa na Reboleira e que não sabia como se tinha ferido, foi identificada e trasnsportada ao Hospital da Amadora.
Vandalismo nos Bombeiros da Amadora
Hoje, 6 de Fevereiro, cerca das 1 hora e 30 minutos fomos chamados para uma ocorrência nos Bombeiros Voluntários da Amadora.
Três jovens lembraram-se de forçar a porta da entrada principal do Quartel partindo os respectivos vidros.
O motivo que deram para tal facto de vandalismo pois só teriam de aguardar que lhes abrissem a porta, é que um deles estava a ter um "AVC".
O jovem que estaria ter o "AVC" foi de tal forma violento que partiu os vidros com a cabeça tendo ainda chegado a agredir Bombeiros.
Com a chegada dos Guardas Nocturnos o mesmo jovem continuava muito agressivo tendo de se recorrer à força fisíca para o imobilizar e algemar.
Após ser tratado aos ferimentos sofridos devido à quebra do vidro foi transportado pelos Bombeiros ao Hospital Fernando da Fonseca acompanhado de um agente da PSP, onde foi medicado e ficado em observação, mas quanto ao "AVC" não se verificou.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Assalto à mão armada
No dia 2 de Feveriro cerca das 10 horas, foi assaltada uma ourivesaria no Bairro do Bosque -Falagueira.
Os assaltantes entraram encapuçados e armados de caçadeira e depois de manientarem o proprietário levaram o que quiseram. Antes de sairem ainda fizeram um disparo dentro do estabelecimento, tendo fugido de seguida em direcção a uma viatura que os esperava. Esteve no local a PSP e os Bombeiros da Amadora que assistiram à esposa do proprietário, mas não foi necessário transportarem ao Hospital.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Acidente de viação
Esta madrugada de 1 de Fevereiro, uma viatura despistou-se tendo capotado na Estrada das Águas Livres, no sentido de Carenque para a Amadora.
Segundo apurei, o condutor encontrava-se alcoolizado segundo afirmações do Tio, que também vinha na viatura e não teve ferimentos, tanta sorte não tiveram duas crianças que também vinham na viatura uma com 3 neses e outra com 9 meses. No despiste a viatura embateu noutra que se encontrava estacionada tendo-lhe provocado prejuizos avultados. Segundo o mesmo familiar o condutor não têm carta de condução nem seguro tendo sido detido pela PSP.
Homem esfaqueado
Esta madrugada de dia 1 de Fevereiro na Rua Elias Garcia junto ao C.C.Babilónia , um homem de origem Brasileira esfaqueou o próprio cunhado tendo-se posto em fuga de seguida.
Os Bombeiros da Amadora foram chamados para o local para socorrerem a vítima bem como a VMER, tendo o ferido sido transportado ao Hospital Fernando da Fonseca. O guarda nocturno esteve no local e a PSP tomou conta da ocorrência e apurou que os dois habitam na mesma casa.
Segundo apurei com os Bombeiros os ferimentos não são graves.
Os Bombeiros da Amadora foram chamados para o local para socorrerem a vítima bem como a VMER, tendo o ferido sido transportado ao Hospital Fernando da Fonseca. O guarda nocturno esteve no local e a PSP tomou conta da ocorrência e apurou que os dois habitam na mesma casa.
Segundo apurei com os Bombeiros os ferimentos não são graves.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Modus Operandi
No seu dia-a-dia e como é do Vosso conhecimento, o Guarda-Nocturno inicia a sua missão apresentando-se até às 00 horas na Esquadra da PSP a que está adstrito.
Devidamente fardado e identificado, recebe do graduado de serviço a arma regulamentar bem como as recomendações que se imponham por pertinentes para a nova madrugada.
Já a bordo da viatura em que se desloca, informa via rádio os colegas das áreas contíguas, cerca de 15, que está ao serviço, efectuando dessa forma um controlo das condições do equipamento, em termos de emissão e de recepção.
Assim, os Guardas-Nocturnos em rede, ficam informados dos meios operacionais para as horas que se seguem que, articulados com os das forças policiais, lhes permitem melhor gerir o factor risco e a possibilidade de uma acção mais concertada.
As primeiras rondas, aleatórias e rotineiras, propõem-se ser de reconhecimento do estado de movimentação de pessoas e de viaturas na área, atendendo ao que é rotineiro para aquele dia da semana e do mês, bem como das condições em que se encontram os bens dos seus subscritores, nomeadamente os veículos automóveis e os estabelecimentos. É importante identificar, o mais cedo possível, a normalidade habitual, de acordo com a experiência diária e os parâmetros recolhidos no momento da angariação ( e que constam da sua base de dados confidencial ) bem como das informações que os seus subscritores lhe façam chegar, as vezes que se tornarem pertinentes, como se solicita, sempre que ocorra algo mais insólito ou anormal.
Com o avanço da madrugada e o reconhecimento inicial completo, a movimentação a uma velocidade reduzida, procura detectar o que quer que seja que contrarie a rotina habitual. Às vezes, um pequeno nada, pode indiciar que algo está eminente pelo que, aquilo que para o cidadão comum pode até nem ser relevante, para o Guarda-Nocturno assume um sinal de alerta e de prevenção, quantas vezes partilhado com os colegas e com os elementos policiais. Noutras ocasiões, a primeira impressão pode até ser infundada mas, serviu decerto para cortar a rotina e apurar os sentidos, quando mais importa.
O silêncio, quebrado aqui e ali, pelas comunicações dos colegas, permite que se vá seguindo o evoluir do que se passa com cada um e assim, poder assegurar também o apoio que se imponha aos mesmos na hora certa.
A acção concertada é dissuasora e cria, na dinâmica de grupo, a redução do risco e a possibilidade de com isso se minimizar a ocorrência de situações que comprometam a segurança pública e a integridade física de pessoas e bens, incluindo do próprio Guarda-Nocturno.
O nascer do dia marca a satisfação do dever cumprido e o concluir de mais uma madrugada.
As ocorrências verificadas ( o vidro da viatura mal fechado, a porta aberta, a luz ligada, o prédio com a porta entreaberta, o alarme accionado nos veículos, residências e estabelecimentos, o lojista a trabalhar até mais tarde e com quem o Guarda-Nocturno se manteve alguns minutos em cavaqueira, a viatura ou o indivíduo que se tornou objecto de mais atenção ou que até, para o mesmo houve necessidade de se accionar os meios necessários, marcam, mesmo no dia mais “ normal “, em que não houve o delito ou o ilícito propriamente dito, situações em que a presença do Guarda-Nocturno fez a diferença e cumpriu a sua razão de ser.
Informados, os subscritores sempre que necessário, por contacto telefónico ou por relatório deixado no local, em casos menos relevantes e em que não a haja necessidade da sua presença, o registo de bordo dessa madrugada, assinala o sucedido.
No regresso à Esquadra e, independentemente da informação telefónica atempada ao graduado de serviço e/ou aos tripulantes do carro-patrulha, é a mesma reiterada verbalmente e, sempre que se considere oportuno, acompanhada de relatório escrito para conhecimento do Senhor Comandante de Esquadra.
Antes do regresso a casa, entregue a arma regulamentar e assinado o livro de ponto na saída, o Guarda-Nocturno informa via rádio os colegas, que dá por terminado o seu trabalho e, eventualmente, que na madrugada seguinte ou em alguns dos dias que se seguem estará de folga ou de férias, com o conhecimento prévio e aprovação das autoridades policiais e administrativas. Na sua ausência, o seu patrulhamento é assegurado, em condições de reciprocidade, pelos colegas das áreas contíguas, assegurando o mesmo contudo, a recepção de qualquer chamada telefónica que lhe seja destinada.
Devidamente fardado e identificado, recebe do graduado de serviço a arma regulamentar bem como as recomendações que se imponham por pertinentes para a nova madrugada.
Já a bordo da viatura em que se desloca, informa via rádio os colegas das áreas contíguas, cerca de 15, que está ao serviço, efectuando dessa forma um controlo das condições do equipamento, em termos de emissão e de recepção.
Assim, os Guardas-Nocturnos em rede, ficam informados dos meios operacionais para as horas que se seguem que, articulados com os das forças policiais, lhes permitem melhor gerir o factor risco e a possibilidade de uma acção mais concertada.
As primeiras rondas, aleatórias e rotineiras, propõem-se ser de reconhecimento do estado de movimentação de pessoas e de viaturas na área, atendendo ao que é rotineiro para aquele dia da semana e do mês, bem como das condições em que se encontram os bens dos seus subscritores, nomeadamente os veículos automóveis e os estabelecimentos. É importante identificar, o mais cedo possível, a normalidade habitual, de acordo com a experiência diária e os parâmetros recolhidos no momento da angariação ( e que constam da sua base de dados confidencial ) bem como das informações que os seus subscritores lhe façam chegar, as vezes que se tornarem pertinentes, como se solicita, sempre que ocorra algo mais insólito ou anormal.
Com o avanço da madrugada e o reconhecimento inicial completo, a movimentação a uma velocidade reduzida, procura detectar o que quer que seja que contrarie a rotina habitual. Às vezes, um pequeno nada, pode indiciar que algo está eminente pelo que, aquilo que para o cidadão comum pode até nem ser relevante, para o Guarda-Nocturno assume um sinal de alerta e de prevenção, quantas vezes partilhado com os colegas e com os elementos policiais. Noutras ocasiões, a primeira impressão pode até ser infundada mas, serviu decerto para cortar a rotina e apurar os sentidos, quando mais importa.
O silêncio, quebrado aqui e ali, pelas comunicações dos colegas, permite que se vá seguindo o evoluir do que se passa com cada um e assim, poder assegurar também o apoio que se imponha aos mesmos na hora certa.
A acção concertada é dissuasora e cria, na dinâmica de grupo, a redução do risco e a possibilidade de com isso se minimizar a ocorrência de situações que comprometam a segurança pública e a integridade física de pessoas e bens, incluindo do próprio Guarda-Nocturno.
O nascer do dia marca a satisfação do dever cumprido e o concluir de mais uma madrugada.
As ocorrências verificadas ( o vidro da viatura mal fechado, a porta aberta, a luz ligada, o prédio com a porta entreaberta, o alarme accionado nos veículos, residências e estabelecimentos, o lojista a trabalhar até mais tarde e com quem o Guarda-Nocturno se manteve alguns minutos em cavaqueira, a viatura ou o indivíduo que se tornou objecto de mais atenção ou que até, para o mesmo houve necessidade de se accionar os meios necessários, marcam, mesmo no dia mais “ normal “, em que não houve o delito ou o ilícito propriamente dito, situações em que a presença do Guarda-Nocturno fez a diferença e cumpriu a sua razão de ser.
Informados, os subscritores sempre que necessário, por contacto telefónico ou por relatório deixado no local, em casos menos relevantes e em que não a haja necessidade da sua presença, o registo de bordo dessa madrugada, assinala o sucedido.
No regresso à Esquadra e, independentemente da informação telefónica atempada ao graduado de serviço e/ou aos tripulantes do carro-patrulha, é a mesma reiterada verbalmente e, sempre que se considere oportuno, acompanhada de relatório escrito para conhecimento do Senhor Comandante de Esquadra.
Antes do regresso a casa, entregue a arma regulamentar e assinado o livro de ponto na saída, o Guarda-Nocturno informa via rádio os colegas, que dá por terminado o seu trabalho e, eventualmente, que na madrugada seguinte ou em alguns dos dias que se seguem estará de folga ou de férias, com o conhecimento prévio e aprovação das autoridades policiais e administrativas. Na sua ausência, o seu patrulhamento é assegurado, em condições de reciprocidade, pelos colegas das áreas contíguas, assegurando o mesmo contudo, a recepção de qualquer chamada telefónica que lhe seja destinada.
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