domingo, 17 de julho de 2011

Publicação de Paulo M.O.M.Torres

Este comentário foi publicado por o Senhor Paulo Torres em 17 de Julho de 2011 às 11h07m, na notícia da Esquadra da Reboleira:

 Sr. Cavalheiro,
Sou testemunha dos seus bons serviços, e dos seus colegas também.
Em 1989 o sr. e o seu colega da Reboleira (que infelizmente já não presta serviço) detiveram 2 indivíduos que na noite anterior me tinham assaltado, e a mais 2 pessoas, pelo menos.
Muito nos rimos, uns meses depois na Boa-Hora, com a sua descrição do que se passou quando os apanharam em flagrante a a espancar uma outra vítima de roubo.
Muitas vezes quando a PSP não se interessa por investigar estas "pequenas ocorrências" são os GN que não deixam que os crimes praticados nas suas zonas fiquem impunes.
Obrigado e Bom Trabalho



Sr. Paulo Torres

Obrigado pelo seu testemunho, é com estes pequenos louvores que nós Guardas-nocturnos nos sentimos valorizados e cada vez mais empenhados em fazer o nosso trabalho.
Estou lembrado do serviço, salvo erro foram  dois indivíduos de raça cigana que andavam a roubar as pessoas pelo método de coação fisica.
O caso passou-se junto ao antigo apeadeiro da Reboleira. Os indivíduos deslocavam-se da Amadora para a Damaia e nós, já  os vinhamos a seguir desde o centro da Amadora.
Existiram várias tentativas de abordagem dos mesmos a várias pessoas mas havia sempre algo que os fazia desistir...até que apareceu uma vítima sózinha num sítio descampado e eles decidiram atacar.
Tendo nós actuado e detido os indivíduos não podendo evitar que a vítima tivesse levado alguns "sopapos" mas se não tivesse sido asim desta forma não teria havido o flagrante delito e esta é a única forma de podermos actuar.

Nota: Informo que o meu colega ainda está ao serviço só que noutra área (Massamá-Norte).  

Jorge Cavalheiro
Guarda-nocturno
Venteira-Este



sábado, 16 de julho de 2011

ESQUADRA DA REBOLEIRA ESTÁ EM ESTADO DE DEGRADAÇÃO


A esquadra da PSP na Reboleira,Amadora, apresenta “elevado estado de degradação”, segundo revela a
Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI), após uma inspecção realizada em 2010 a várias instalações das forças de segurança.O relatório de actividades do ano passado daquele organismo, agora divulgado, refere que as 27 instalações policiais visitadas, no ano passado, pela IGAI "sem aviso prévio", apresentam, de um modo geral, “condições boas ou razoáveis de conservação e de adequação à função”.
No entanto, os inspectores da IGAI identificaram duas situações de instalações da GNR “bastante críticas”.


 De acordo com o documento, as instalações do posto da GNR da Moita, pertencente ao ComandoTerritorial de Setúbal, “não reúnem as condições mínimas de funcionamento” devido ao “mau estado de
conservação geral” e “pela sua exiguidade e disfuncionalidade”. Também o posto daGNRdo Cadaval, do Comando Territorial de Lisboa, apresenta “um deficiente estado de conservação ao nível da
cobertura superior e em toda a sua estrutura externa, bem como nos interiores, cujas paredes e tectos ostentam infiltrações várias e de significativa dimensão”.
Os inspectores da IGAI encontraram a esquadra da Reboleira da PSPcom instalações em “situação precária”, no ComandoMetropolitano de Lisboa. As instalações desta esquadra apresentam “um elevado estado de degradação”, existindo “múltiplas infiltrações de águas que afectam a instalação eléctrica e colocam em causa o funcionamento de todo o serviço interno”.
No ano passado, a IGAI visitou "sem aviso prévio" 16 postos da GNR e onze esquadras da PSP, um
total de 27 unidades. O organismo refere que as unidades policiais observadas têm um “adequado serviço de atendimento ao público”, apesar de terem sido encontradas algumas celas com “pequenas irregularidades”e algumas das instalações não terem as condições físicas que permitam o acesso às pessoas com deficiência.
Embora tenham sido “identificadas, nos diferentes domínios de averiguação, situações que carecem de rectificação”, a IGAI concluiu que se registou, em 2010, “uma evolução positivamuita significativa”
a PSP eGNRem comparação com anos anteriores.
Lusa



quinta-feira, 14 de julho de 2011

Lançamento do Livro Policias à Portuguesa-Take 2

No dia 13 de Julho de 2011 ás 18h30 no Museu Nacional de Arqueologia no Mosteiro no Jerónimos em Lisboa os Guardas-nocturnos estiveram presentes na Cerimónia do Lançamento do Livro "Polícias à Portuguesa - Take 2"
Foi uma cerimónia simples onde marcaram presença além dos autores do livro Fernando e Mário Contumélias, marcaram presença o Dr. Fernando Negrão que apresentou o livro, o Eng. Angelo Correia que na impossibilidade de comparecer por motivos de ordem pessoal enviou uma mensagem em DVD.
O Dr. Pedro Magrinho em representação da Federação dos Sindicatos de Polícia e ainda vários dirigentes sindicais da PSP, GNR e PJ.
A Associação Sócio-Profissional dos Guardas-nocturnos fez-se representar por Carlos Tendeiro e sua Esposa e ainda o associado Guarda-nocturno Jorge Cavalheiro da Venteira-Este na Amadora. 


  • A mensagem seguinte foi publicado no Blog da Associação Sócio-Profissional dos Guardas-nocturnos


Sentido Agradecimento

Em meu nome pessoal (Carlos Tendeiro) e da ASPGN, venho por este agradecer aos Exmos. Fernando e Mário Contumélias, a referência feita aos Guardas-Nocturnos no livro "Policías à Portuguesa-Take 2", e congratular os mesmos pelo excelente livro que escreveram, com testemunhos reais, dando a conhecer um lado das forças de segurança que poucos conhecem, e muitos ignoram, pois debaixo de uma farda e atrás de um crachá também está um ser humano com sentimentos e familia.

Aconselha-se uma leitura atenta, pois após a mesma, talvez fiquem com um novo conceito sobre os homens que diariamente arrincam a vida pela segurança de todos nós.

O Presidente da ASPGN
Carlos Tendeiro

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Portimão : ‘Pecas’ nega envolvimento homicídio do chefe da PSP de Lagos Sérgio Martins.


Chefe Martins
                                           
"Tenho medo do senhor Augusto.” A confissão de Nélio Rosa caiu como uma bomba no Tribunal de Portimão, onde ontem decorreu a segunda sessão do julgamento do homicídio do chefe da PSP de Lagos Sérgio Martins.


O arguido, que decidiu falar depois de no dia anterior se ter recusado a fazê-lo, tinha começado por negar as declarações que fez durante o inquérito, nas quais implicava o líder do gang, Augusto Anjos (“Pecas”), por ter dado a ordem a Florentino Jimenes de atirar contra os polícias que integravam uma barreira à entrada da A22, em Lagos, bem como de ter liderado o assalto falhado a um supermercado e a uma máquina ATM em Budens. Pressionado pela juíza Maria José Machado, Nélio acabou por admitir, num volta-face dramático, ter sido ameaçado por “Pecas” para alterar o seu depoimento.

Minutos antes “Pecas” negara qualquer participação nos factos, tendo apenas admitido que esteve com o grupo na área de serviço de Lagos da A22, onde foi captado pelas câmaras de vigilância.

O arguido referiu que Florentino lhe confessou “três dias depois, em Espanha, ter dado um tiro e morto um polícia”, tendo sido Nélio quem lhe passou a arma. Acrescentou que Florentino, com quem falou “na prisão”, o implicou no caso “porque a Polícia Judiciária lhe bateu e o obrigou a isso”. Esta versão foi confirmada por Florentino, que assumiu a culpa não só do homicídio como do assalto à caixa ATM e o roubo de várias viaturas. Admitiu que a arma – uma caçadeira de canos serrados – com que matou o chefe Martins era sua. Só negou a intenção de matar.

As alegações finais estão marcadas para esta manhã.

ESCAPARAM 'POR POUCO'

Quatro agentes da PSP de Lagos e um guarda-nocturno presentes na barreira policial destinada a travar a fuga do ‘gang’ de Augusto Soares (“Pecas”) reviveram ontem, no Tribunal de Portimão, os momentos dramáticos em que foi assassinado o chefe Sérgio Martins.

Este foi atingido na cabeça por um tiro de caçadeira disparado por Florentino Jimenes. “Eu estava ao lado dele e só não morri porque me baixei quando o tiro foi disparado, a um metro de distância de nós”, referiu o guarda-nocturno Carlos Tendeiro.

José Cascão e José Baptista, os únicos polícias com colete à prova de bala no local – que se postaram frente à barreira –, asseguraram ter também escapado “por pouco” a um tiro dos fugitivos, que aceleraram em direcção à barreira em duas viaturas.








segunda-feira, 13 de junho de 2011

Assalto a estabelecimento


Porta aberta da Pastelaria Dom Café

Hoje cerca das 00h55m encontrava-me na Praça da Igreja, tendo um casal numa viatura abordado e  informando que estavam um casal de Romenos a sair do "Dom Café" na Rua 1º de Maio com um objecto grande tendo deixado a porta aberta e descendo a Rua Diogo Bernardes.
Estava a cerca de 100 metros do local desloquei-me logo para o local não visualizando ninguêm nas redondezas dessas ruas.
De referir que nessa rua (Rua Diogo Bernardes) moram vários cidadãos Romenos.
Informei a PSP que se deslocou ao local, de seguida foi informado o encarregado da loja que se deslocou ao local.
Após verificar o que seria que os assaltantes teriam levado, informou que tinha sido o cofre e que no seu interior teria cerca de Três mil euros (3.000,00 €).
Os assaltantes abriram a porta sem causar qualquer dano tendo o funcionário informado que a porta se encontrava avariada só ficando fechada no trinco.
A PSP tomou conta da ocorrência e o proprietário informoi que iria fazer queixa devido a ter seguro.

Montra partida

Ontem dia 12 de Junho cerca das 2 horas alguêm se lembrou de partir uma montra de uma loja de produtos chineses de cerimónia (Vestidos de Noiva,Batizados etc.) na Av. Santos Mattos na Venteira.
Furtaram um chapéu de chuva de cerimónia sendo o valor do furto reduzido, mas os prejuízos da montra são elevados.
Esta rua encontra-se em obras há cerca de dois meses, obras essas efectuadas pela Câmara Municipal da Amadora.
A montagem dos andaimes nos prédios tornam a rua bastante escura tornado-se apetecivél aos marginais que por ali passam para irem comprer bolos a uma pastelaria ali perto. 
A PSP esteve no local tendo tomado conta da ocorrência, o proprietário informou que não valia a pena fazer a perticipação pois não tinha seguro e de não haver suspeitos de ter praticado o crime.

Morto em casa há três ou quatro dias


A carrinha de transporte de cadáveres e carro patrulha da PSP

Ontem dia 12 de Junho foi detectado um cidadão com cerca de 75 anos já cadáver em casa há mais ou menos três a quatro dias na Rua Alexandre Herculano na Venteira frente à "Pastelaria Elvina". 
Os Bombeiros e a PSP estiveram no local que contactaram com o Delegado de saúde que mandou remover o corpo para o Instituto de Medecina Legal de Lisboa.
Mas o mais caricato desta situação é que a esposa do senhor se encontrava com ele em casa tendo dormido com o mesmo.
Os Bombeiros que se encontraram no local verificaram que o senhor se encontrava cadáver já em avançado estado de decomposição e chamaram a PSP, mas os mesmos verificaram que a esposa do senhor não se encontrava no seu juizo perfeito e informaram o INEM que a madaram transportar ao Hospital tendo a mesma ficado internada.